Um espaço para médicos, estudantes de medicina e outros profissionais de saúde interessados em estudos nesta área.

Kirstie Tancook é portadora de fibrose cística.
Com 22 anos, ela chegou a estar à beira da morte em junho de 2011.

Fonte: G1, em 05/01/2012

Uma britânica de 22 anos esteve à beira da morte, passou por um transplante duplo de pulmões e sobreviveu para, atualmente, trabalhar como dançarina de “pole dancing”. Kirstie Tancook é portadora de fibrose cística, uma doença que compromete o sistema respiratório e digestivo, enchendo de muco espesso as vias áereas e dificultando a respiração. As informações são do jornal britânico “Daily Mail”.

A jovem foi levada às pressas para o hospital em junho de 2011, dias antes de seu casamento com o noivo Stuart Tancook. Na ocasião, ela chegou a parar de respirar. Os médicos decidiram conduzir a troca dos órgãos de Kirstie e salvaram a vida da moradora da cidade de Honiton, no sul da Inglaterra.

Durante o casório, Kirstie estava sob efeito de um coquetel de medicamentos, mas conseguiu fazer a caminhada rumo ao altar. Após a cerimônia, ela passou a maior parte do dia em uma cadeira de rodas.

Seis meses após a cirurgia, Kirstie afirma que consegue realizar atividades que não eram possíveis de serem feitas antes. Ela chegou até a se despedir das aulas de “pole dancing”, desesperançosa em conseguir retornar à atividade.

Diagnosticada desde o nascimento com a doença, Kirstie começou a dançar nas barras metálicas em 2007 para se exercitar e tentar manter a saúde e a boa forma física. Só no Reino Unido, a fibrose cística afeta 8,5 mil crianças e jovens. O problema é provocado pela alteração de um único gene, é hereditária e não tem cura.

Testes para diagnóstico da doença são comuns em recém-nascidos. Os mais comuns são os do pezinho e do suor, mas é possível fazer uma análise genética para saber se o bebê tem ou não o problema.

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Já saiu o Guideline da British Thoracic Society para o manejo de pneumonias comunitárias em crianças 2011.

Vale a pena conferir!

Basta clicar neste link aqui em cima.

Há pouco tempo atrás ainda estava aberto para consulta pública o Guideline da British Toracic Society sobre Pneumonias em Crianças 2011.

Em breve, a versão final estará disponível no site.

Vale a pena checar periodicamente:

http://www.brit-thoracic.org.uk/home.aspx

 

Depois de muito tempo afastada de meus blogs, pretendo voltar à ativa.

Gostaria de enfatizar, porém, que este blog é direcionado a médicos, estudantes de medicina e profissionais da área da saúde.

Para consultas de seus filhos, por favor, procurem seus pediatras.

Desde já, agradeço pela compreensão.

A coqueluche, também conhecida popularmente como “tosse comprida” é uma doença altamente contagiosa e difícil de ser reconhecida clinicamente no adulto, que acaba sendo o grande transmissor.

Esta doença pode ser grave para crianças suscetíveis, principalmente para as menores, de poucos meses de idade.

O tipo de tosse característico desta doença também pode ocorrer por outras causas, por exemplo, diante de infecções respiratórias virais. A confirmação diagnóstica da coqueluche no Brasil não é disponível facilmente e isto facilita ainda mais a sua transmissão.

Uma reportagem recente alerta para o reaparecimento desta doença no Brasil.

Vale a pena conferir. Clique no link abaixo para assistir ao vídeo.

http://storage.mais.uol.com.br/embed.swf?mediaId=8856979

A primeira postagem que coloquei neste blog sobre a introdução das vacinas pneumocócica e meningocócica C no calendário básico de vacinação recomendado pelo Ministério da Saúde tem sido muito visitada e comentada.

Fico feliz com o interesse das pessoas e aproveito para agradecer pelos comentários e me desculpar pelo atraso em algumas respostas.
Muitas dúvidas não tinham como ser respondidas antes, por falta de informações disponíveis.

Recentemente, as secretarias de saúde têm liberado materiais técnicos para profissionais de saúde envolvidos com a administração das vacinas.
Em breve, espero poder divulgá-los também por aqui.
Aguardo autorização que solicitei…

Mas, em buscas que andei fazendo pela internet, achei um editorial bastante interessante realizado pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), com comentários de 2 infectologistas e muito esclarecedora. Este editorial, de 14 de janeiro de 2010, debate principalmente a diferença entre as vacinas pneumocócicas: 7, 10 e 13 valentes.

Gostaria de recomendar a leitura, pois ela responde a algumas das dúvidas levantadas por leitores deste blog.
Para acessá-la, clique aqui.

Desde que começou outubro (2010), estão disponíveis nos postos de saúde do Rio de Janeiro as vacinas contra pneumococo (10 valente) e contra meningococo tipo C.

Crianças menores de dois anos poderão receber as vacinas contra meningite C e pneumonia gratuitamente em postos de saúde dos 92 municípios fluminenses. As vacinas foram incluídas no calendário básico de vacinação pelo Ministério da Saúde.

A vacina Pneumocócica 10-valente é feita em quatro etapas: no 3º, no 5º e no 7º mês de vida do bebê, mais um reforço no 12º mês da criança. Já a vacina conjugada contra meningococo C terá três doses: no 3º e no 5º mês de vida e a terceira no 15º mês de vida.

Com as vacinas, além de se prevenirem das duas doenças, as crianças estarão imunizadas contra mais de dez tipos de problemas, entre eles septicemia, artrite, sinusite e otite média aguda.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, as vacinas não causam reações adversas graves. Além disso, o órgão ressaltou que não se trata de uma campanha, mas sim vacinação de rotina para todas as crianças – como já acontece com outros imunizantes.

Por isso, não é preciso nenhuma corrida aos postos de saúde: os novos imunizantes estarão disponíveis durante todo o ano e não apenas em épocas de surgimento de surtos, como as vezes acontece.

NOTÍCIA PESQUISADA NO SITE TERRA: Se quiser ler a notícia original, clique aqui.